A visão sistêmica aplicada às relações humanas mostra que uma pessoa não age apenas de acordo com suas vontades pessoais, mas sim através de tudo o que absorveu de seu sistema familiar e que, num processo de divórcio, por exemplo, ficam evidentes em seu comportamento e que são determinantes para o prolongamento do conflito; não aceitação da solução; a causa das dificuldades numa eventual partilha de bens; a guarda de filhos… enfim, tudo aquilo que envolve uma demanda judicial.

Nestes casos, a constelação sistêmica, que é uma ferramenta já utilizada no Judiciário Brasileiro, vem com o intuito de solucionar mais rapidamente o conflito e, consequentemente, por fim ao processo judicial, haja vista que, por essa técnica, os envolvidos têm a oportunidade de enxergar de fora a situação que os aflige, reconhecer sua parte da responsabilidade e solucionar os emaranhados formados naquele relacionamento, construindo, a partir de então, uma nova realidade sem os desgastes de antes.

Vale lembrar que a constelação também traz os mesmos benefícios para os casos de divórcio que ainda não estão na justiça, auxiliando na solução do conflito antes mesmo de se transformar em um processo judicial.